O Glaucoma é uma doença ocular em que o nervo óptico é danificado, levando à perda de visão e cegueira. A investigação sobre essa patologia tem sido tradicionalmente direcionada para processos que ocorrem no olho, mas, vejam que interessante, os cientistas da Universidade do Texas em San Antonio (EUA) descobriram que o glaucoma pode ser uma doença do cérebro.
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Em um artigo publicado recentemente na Revista Translational Vision Science & Technology (TVST), os pesquisadores mostram que o cérebro otimiza a perda de axônios para reter o máximo de visão primária possível. Este pode ser o resultado do trabalho de uma substância química neuroprotetora, que pode proporcionar uma visão mais aprofundada do glaucoma e outras formas de perda da visão.
Sabemos que a idade interfere sobre o nervo óptico, pois ao longo do tempo, ocorre a poda de alguns dos seus axônios menores para manter a capacidade de transmitir informações. É um processo semelhante ao podar os ramos envelhecidos de uma árvore para deixar os saudáveis produzirem frutos, dizem os autores.
Sabemos que a idade interfere sobre o nervo óptico, pois ao longo do tempo, ocorre a poda de alguns dos seus axônios menores para manter a capacidade de transmitir informações. É um processo semelhante ao podar os ramos envelhecidos de uma árvore para deixar os saudáveis produzirem frutos, dizem os autores.
Os resultados mostram que o cérebro, e não o olho,
controla o processo celular que leva ao glaucoma. Esse achado pode ajudar a desenvolver tratamentos para uma das
principais causas mundiais de cegueira irreversível, bem como contribuir
para o desenvolvimento de futuras terapias para preservar a função
cerebral em outras doenças relacionadas com a idade, como Alzheimer.
Veja artigo na íntegra Refined Data Analysis Provides Clinical Evidence for Central Nervous System Control of Chronic Glaucomatous Neurodegeneration.
Veja artigo na íntegra Refined Data Analysis Provides Clinical Evidence for Central Nervous System Control of Chronic Glaucomatous Neurodegeneration.
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